Hitler era mesmo humilde e um homem do Povo?

 

Durante o Período de ascensão doNazismo, Adolf Hitler se dizia ser um homem bastante humilde, um verdadeiro homem do povo, porém acumulou grande fortuna muito deste dinheiro segundo fontes provinha de sonegação de impostos, bem como o roubo de obras de arte de inestimável valor,  muito dinheiro de doações generosas e acreditem seria possível, conseguiu ser isento de pagamentos de impostos de qualquer tipo. Um paralelo com alguns governos no Brasil que alguns integrantes acumularam verdadeiras fortunas embora sob a bandeira da luta pelo povo e da humildade.  Adolf Hitler morreu rico. Uma reportagem publicada pelo jornal ‘New York Times’ sobre o documentário ‘O dinheiro de Hitler’, realizado ao longo de um ano pelo jornalista e cineasta alemão Ingo Helm, afirma que o homem responsável pela morte de milhões de judeus durante a Segunda Guerra gostava de dinheiro, ‘tanto pelo luxo que isso o trazia quanto pelas lealdades que assegurava’. O ditador, diz o documentário, juntou muito dinheiro até se suicidar no dia 30 de abril de 1945, em seu bunker de Berlim, à medida que o Exército soviético se aproximava. O cineasta diz ao jornal que Hitler se via como uma espécie de gênio não reconhecido. ‘Para mudar sua situação, ele era muito interessado em poder, dinheiro e avanço social’. No documentário, ele conta como Hitler gastou milhões em presentes caros e retribuições a políticos leais e empresários. ‘Influenciado por sua propaganda, eu pensava em Hitler como alguém que não era egoísta. Sabia que ele era um criminoso, mas me surpreendeu saber que ele era rico’. O ditador também se beneficiava de contribuições de empresários e de corporações depois de chegar ao poder. Do período em que se tornou chanceler até sua morte em 1945, afirma o jornal, Hitler recebeu cerca de 700 milhões de marcos em pagamentos de empresas – mais de US$ 3 bilhões. Em troca, empresários fizeram fortunas com a guerra.

Apesar de ter morrido sem herdeiros imediatos, sua meia-irmã mais velha, Angela Raubal, tinha filhos, e há outros descendentes de sua mãe, que vivem na região de Waldviertel, no Nordeste da Áustria. Os herdeiros, afirma o ‘New York Times’, pediram a Werner Maser, um historiador do período nazista, que investigue seus direitos. Eles afirmam que os direitos autorais não podem ser expropriados da mesma forma que propriedades físicas. E querem seu pedaço.

O patrimonio de Adolf Hitler eram quatro documentos que foram denominados de testamento de Adolf Hitler. No dia 29 de dezembro de 1945, em Nuremberg, foi divulgada a existência de vários documentos secretos em uma casa do campo, situada em Tegernsee, a 48 quilômetros ao sul de Munique, nas vizinhanças da residência do General Lucian Truscott (Comandante do Terceiro Exército dos Estados Unidos). Os testamentos foram considerados na época como prova definitiva da morte de Hitler, uma vez que seu corpo foi queimado em seu bunker e o local foi tomado pelas tropas soviéticas que dificultaram as investigações e isso causou dúvidas sobre a certeza de sua morte. A descoberta fora feita por britânicos da contraespionagem e norte-americanos. Os documentos estavam datados em 29 de abril de 1945, data de pouco antes do colapso da resistência alemã, e contava com testemunhos de Joseph Goebbels, ex-ministro da Propaganda do Reich, do líder da Parteikanzlei Martin Bormann, do ex-representante de Himmler na Tchecoslaváquia, Hans Krebs, e de Wilhelm Bergdorf.

No mesmo local foi encontrado o original do contrato de casamento de Hitler com Eva Braun, testemunhado por Martin Bormann e por Goebbels. Outro documento descoberto, além do chamado testamento político de Hitler, foi o seu testamento particular dispondo de sua fortuna pessoal que tem como testemunhas Martin Bormann, Goebbels e Nicolaus von Below, ajudante de Bormann

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